quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

206 deputados assinam pedido de CPI da Privataria Tucana

Do Viomundo - Luiz Carlos Azenha
Deputado entrega pedido para criação da CPI sobre privatizações
O deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) entregou há pouco ao presidente Marco Maia o pedido para a criação da CPI sobre irregularidades em privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso, já chamada de CPI da Privataria. O requerimento foi assinado por 206 deputados. A intenção é investigar as denúncias apresentadas no livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
O livro acusa o ex-governador José Serra de receber propinas de empresários que participaram das privatizações conduzidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Protógenes disse que não teme pressões para que deputados retirem as assinaturas até a análise do processo para a criação da CPI. O presidente da Câmara, Marco Maia, explicou que as assinaturas serão conferidas pela Secretaria Geral da Mesa no início de 2012 e, se o pedido cumprir todas as exigências regimentais, a CPI será criada no próximo ano juntamente com as comissões parlamentares de inquérito sobre o tráfico de pessoas e sobre trabalho escravo.
Reportagem – Keila Santana/Rádio Câmara
Edição – Paulo Cesar Santos
PS do Viomundo: Solicitei há pouco ao assessor de imprensa do deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) a lista dos parlamentares que assinaram o pedido . Ainda não está definido se será divulgada hoje ou no dia em que a CPI for instalada. Até o final da tarde, prometeu-me uma posição definitiva. Conceição Lemes

CPI da Privataria

Protógenes protocolou CPI com Marco Maia

“O deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) entregou há pouco ao presidente Marco Maia o pedido para a criação da CPI sobre irregularidades em privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso, já chamada de CPI da Privataria. O requerimento foi assinado por 206 deputados. A intenção é investigar as denúncias apresentadas no livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
O livro acusa o ex-governador José Serra de receber propinas de empresários que participaram das privatizações conduzidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Protógenes disse que não teme pressões para que deputados retirem as assinaturas até a análise do processo para a criação da CPI. O presidente da Câmara, Marco Maia, explicou que as assinaturas serão conferidas pela Secretaria Geral da Mesa no início de 2012 e, se o pedido cumprir todas as exigências regimentais, a CPI será criada no próximo ano juntamente com as comissões parlamentares de inquérito sobre o tráfico de pessoas e sobre trabalho escravo.”
Do site Tijolaço do Brizola Neto

domingo, 18 de dezembro de 2011

Para entender o fenômeno da "Privataria Tucana" e o silêncio da mídia




.......enquanto isso, este é o "Jornalismo Investigativo" das revistas Época e Isto é da semana:

  

DEBATE: A privataria Tucana e o Silêncio da Mídia

Um dos assuntos mais comentados nos últimos dias, o livro “A privataria tucana”, de Amaury Ribeiro Jr, será tema do debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia”, promovido pelo Barão de Itararé, na próxima quarta-feira (21). Além do autor, também estarão presentes Paulo Henrique Amorim, jornalista e blogueiro, e Protógenes Queiroz, deputador autor do pedido da instalação da CPI da Privataria.

Na ocasião, também haverá o coquetel de lançamento do livro e festa de confraternização de fim de ano do Barão de Itararé. O evento acontece no Sindicato dos Bancários de São Paulo (Rua São Bento, 413), a partir das 19h.
Debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia”

Participantes:
- Amaury Ribeiro Jr., autor do livro “A privataria tucana”
- Paulo Henrique Amorim, jornalista e blogueiro
- Protógenes Queiroz, deputado e autor do pedido da instalação da CPI da Privataria
Realização:
- Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé
Apoio:
- Sindicato dos Bancários de São Paulo
Confira a página do evento no Facebook: Debate “A Privataria Tucana e o Silêncio da Mídia” + Coquetel de Lançamento
Contato:
contato@baraodeitarare.org.br
imprensa@baraodeitarare.org.br

A folha anunciando o Livro da privataria: Não tem preço

Enquanto isso, em suas páginas:
Do Blog da Cidadania

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

MPF-RJ pede que Chevron pague R$ 20 bi por vazamento

4 de dezembro de 2011 17h50 atualizado às 20h09
  O Ministério Público Federal (MPF) em Campos (RJ) pediu à Justiça Federal que a petroleira americana Chevron pague indenização de R$ 20 bilhões pelo vazamento no Campo de Frade. O órgão quer ainda que a empresa e a Transocean tenham suas atividades suspensas no Brasil, sob pena de multa diária de R$ 500 milhões.
O MPF afirmou que as duas empresas não foram capazes de controlar os danos causados pelo vazamento de cerca de 3 mil barris de petróleo, que começou no dia 7 de novembro. Segundo o procurador Eduardo Santos de Oliveira, elas demoraram para fechar o poço e cimentar as fontes de vazamento. Além disso, a técnica utilizada pela Chevron não surtiu efeito, pois o cimento usado seria instável, ainda conforme o procurador.
De acordo com o MPF, a Chevron admitiu que houve falha de cálculo para a exploração do óleo, alegando que a pressão no reservatório era maior que a estimada e a primeira camada de rocha era menos resistente que o previsto. Contratada pela Chevron e responsável pela perfuração, a Transocean empregava no poço a plataforma Sedco 706, a mesma utilizada à época do vazamento de óleo no Golfo do México, em abril de 2010. Mais de 700 milhões de litros vazaram na ocasião, após uma explosão que matou 11 trabalhadores.
O vazamento no Rio ocorreu quando a Chevron perfurava um novo poço cerca de 200 m distante do local onde a empresa produz aproximadamente 75 mil barris de petróleo por dia. Segundo a companhia, uma pressão inesperada de petróleo no poço em perfuração fez com que o óleo vazasse e se infiltrasse em rachaduras na rocha marinha. Esse petróleo, posteriormente, conseguiu chegar à água por meio de outras fraturas na rocha.
Chevron não foi notificada
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Chevron afirmou que tomou conhecimento que o MPF informou a imprensa sobre a ação, mas não foi notificada oficialmente sobre ela ainda. A empresa disse que também não recebeu nenhuma instrução a respeito da suspensão das suas operações das agências regulatórias.
Em nota, a petroleira afirmou que "a fonte do óleo foi interrompida em quatro dias e a empresa continua a progredir significativamente na contenção de qualquer afloramento de óleo residual. A empresa também continua a combater a mancha de óleo na superfície, cujo volume hoje é de menos de um barril". A companhia disse ainda que "não houve impactos na costa brasileira ou na vida marinha" em função do vazamento.
Terra