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sábado, 20 de abril de 2013
Obras do PAC para a copa do mundo
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domingo, 27 de janeiro de 2013
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Venda do varejo sobe pelo 2º mês seguido
Negócios têm alta de 0,8% em abril, sobem 9,2% no ano e 7,2% em 12 meses. Dados são do IBGE
Desempenho do segmento ficou positivo pelo segundo mês consecutivo; até abril, as vendas do setor acumulam altas de 9,2% no ano e de 7,2% nos últimos 12 meses
Agência Estado
As vendas do comércio varejista restrito subiram 0,8% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com abril de 2011, as vendas do varejo tiveram alta de 6,0% em abril deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam de uma alta entre 5,20% e 9,40%, com mediana de 7,50%. Até abril, as vendas do varejo restrito acumulam altas de 9,2% no ano e de 7,2% nos últimos 12 meses.
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 0,7% em abril sobre março, na série com ajuste sazonal.
Na comparação com abril de 2011, as vendas do varejo ampliado apresentaram alta de 2,9% em abril de 2012. Nesse confronto, as projeções variavam de um avanço de 0,10% a 9,30%, com mediana positiva de 4,10%. Até abril, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam altas de 6,2% no ano e de 6,0% nos últimos 12 meses.
A alta de 0,8% nas vendas do comércio varejista no conceito restrito em abril ante março fez a média móvel trimestral do setor ficar em 0,4% ao final do período. Em março, a média móvel das vendas no varejo foi de 1,1%.
Leia mais em: O Esquerdopata
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
Os vetos de Dilma no Código Florestal
Enviado por luisnassif, sex, 25/05/2012 - 15:19
DO UOL
Dilma veta partes do Código Florestal que favoreciam desmatamento
Lilian Ferreira e Camila Campanerut
em São Paulo e em Brasília
em São Paulo e em Brasília
Após intensa pressão social, a presidente Dilma Rousseff vetou 12 artigos e fez 32 alterações em trechos do novo Código Florestal que promoviam o desmatamento. O projeto de lei, aprovado no Congresso no final de abril, representou uma derrota do Governo ao perdoar desmatadores ilegais e permitir uso de área de vegetação nativa. As alterações serão feitas por medida provisória a ser enviada ao Congresso na segunda-feira (28), junto com o veto e sanção.
"O veto parcial foi feito para não permitir a redução da proteção da vegetação, para promover a restauração ambiental e para que todos pudessem fazer isso, sem que ninguém pudesse ser anistiado ou ter as regras flexibilizadas, além de alguns pontos que eram inconstitucionais ou ofereciam insegurança jurídica", afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
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domingo, 15 de abril de 2012
A mídia, a direita mafiosa e os bancos
Do Blog do Miro - 14//2012
Por Altamiro Borges
Dois episódios explosivos e recentes confirmam a velha tese do intelectual italiano Antonio Gramsci de que a imprensa se tornou o principal partido do capital e da direita no capitalismo. No escândalo que desmascarou Demóstenes Torres, não há mais dúvida de que setores da mídia se articularam com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira para interferir nos rumos políticos do país. Já no episódio da redução dos juros do BB e CEF, ficou explícita a postura da mídia em defesa dos interesses dos banqueiros.
Com a instalação da CPI do Cachoeira, a ligação da revista Veja com o crime organizado poderá ser escancarada. Até agora, apesar das desculpas, a publicação direitista não conseguiu explicar os mais de 200 telefonemas entre Cachoeira e o seu editor, Policarpo Jr. O deputado Fernando Ferro (PT-PE) já anunciou que convocará o dono da revista, Roberto Civita, para depor na CPI. Caso isto ocorra, ele terá que explicar quais os interesses ligavam a revista ao mafioso e o que foi armado pelo “editor informal” da Veja.
Outros dois veículos. Quais?
Mas não é apenas o Grupo Abril que está na berlinda. A própria colunista da Folha, Mônica Bergamo, dá uma informação hoje (14) que deve apavorar os barões da mídia. “Além de um jornalista da revista ‘Veja’, profissionais de pelo menos outros dois veículos de imprensa aparecem nos grampos da Operação Monte Carlo. Ou conversam com os arapongas ligados a Carlinhos Cachoeira ou são citados por eles. Os agentes eram fontes de informação de diversos jornalistas de Brasília”.
Isto explica porque os impérios midiáticos estão tão preocupados com os desdobramentos da CPI. Num primeiro momento, eles tentaram abafar o caso, criando uma blindagem em torno do demo Demóstenes Torres e do governador tucano Marconi Perillo. As capas da Veja das três últimas semanas foram patéticas. Agora, a velha mídia resolveu ligar o ventilador no esgoto, procurando vender a imagem de que todos os partidos estariam envolvidos com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira. O desespero é grande!
Porta-voz dos banqueiros
Já o caso da redução dos juros no Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a postura da mídia rentista foi emblemática. Se no episódio Demóstenes/Cachoeira ela tentou negar seus vínculos com o crime organizado, neste debate estratégico sobre os rumos da economia a mídia não escondeu sua ligação umbilical com os poderosos banqueiros. Além dos motivos econômicos – principais anunciantes da imprensa –, existem os motivos políticos, ideológicos, da defesa do rentismo e da negação do papel do Estado.
A mídia assumiu abertamente o papel de porta-voz do capital financeiro. Ela espalhou notícias terroristas sobre os riscos da queda dos juros e criticou asperamente o governo Dilma Rousseff por sua postura mais ativa e indutora na economia. O ministro Guido Mantega virou o principal alvo da artilharia midiática. Os vínculos da mídia com os ambiciosos banqueiros, detestados pela sociedade, deveriam ser mais amplificados. Eles revelam qual é o verdadeiro caráter da ditadura midiática!
Dois episódios explosivos e recentes confirmam a velha tese do intelectual italiano Antonio Gramsci de que a imprensa se tornou o principal partido do capital e da direita no capitalismo. No escândalo que desmascarou Demóstenes Torres, não há mais dúvida de que setores da mídia se articularam com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira para interferir nos rumos políticos do país. Já no episódio da redução dos juros do BB e CEF, ficou explícita a postura da mídia em defesa dos interesses dos banqueiros.
Com a instalação da CPI do Cachoeira, a ligação da revista Veja com o crime organizado poderá ser escancarada. Até agora, apesar das desculpas, a publicação direitista não conseguiu explicar os mais de 200 telefonemas entre Cachoeira e o seu editor, Policarpo Jr. O deputado Fernando Ferro (PT-PE) já anunciou que convocará o dono da revista, Roberto Civita, para depor na CPI. Caso isto ocorra, ele terá que explicar quais os interesses ligavam a revista ao mafioso e o que foi armado pelo “editor informal” da Veja.
Outros dois veículos. Quais?
Mas não é apenas o Grupo Abril que está na berlinda. A própria colunista da Folha, Mônica Bergamo, dá uma informação hoje (14) que deve apavorar os barões da mídia. “Além de um jornalista da revista ‘Veja’, profissionais de pelo menos outros dois veículos de imprensa aparecem nos grampos da Operação Monte Carlo. Ou conversam com os arapongas ligados a Carlinhos Cachoeira ou são citados por eles. Os agentes eram fontes de informação de diversos jornalistas de Brasília”.
Isto explica porque os impérios midiáticos estão tão preocupados com os desdobramentos da CPI. Num primeiro momento, eles tentaram abafar o caso, criando uma blindagem em torno do demo Demóstenes Torres e do governador tucano Marconi Perillo. As capas da Veja das três últimas semanas foram patéticas. Agora, a velha mídia resolveu ligar o ventilador no esgoto, procurando vender a imagem de que todos os partidos estariam envolvidos com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira. O desespero é grande!
Porta-voz dos banqueiros
Já o caso da redução dos juros no Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a postura da mídia rentista foi emblemática. Se no episódio Demóstenes/Cachoeira ela tentou negar seus vínculos com o crime organizado, neste debate estratégico sobre os rumos da economia a mídia não escondeu sua ligação umbilical com os poderosos banqueiros. Além dos motivos econômicos – principais anunciantes da imprensa –, existem os motivos políticos, ideológicos, da defesa do rentismo e da negação do papel do Estado.
A mídia assumiu abertamente o papel de porta-voz do capital financeiro. Ela espalhou notícias terroristas sobre os riscos da queda dos juros e criticou asperamente o governo Dilma Rousseff por sua postura mais ativa e indutora na economia. O ministro Guido Mantega virou o principal alvo da artilharia midiática. Os vínculos da mídia com os ambiciosos banqueiros, detestados pela sociedade, deveriam ser mais amplificados. Eles revelam qual é o verdadeiro caráter da ditadura midiática!
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domingo, 25 de março de 2012
A entrevista de Dilma à revista Veja e a bola-da-vez na 'faxina'
A presidenta Dilma concedeu entrevista, no Palácio do Planalto, para a revista Veja, que foi matéria de capa desta semana.
O que os amigos leitores pensam disso?
Deixando de lado os sentimentos, dos quais já escrevemos aqui em situação anterior semelhante, vamos a análise fria política.
Obviamente uma entrevista destas tem mais significado político do que jornalístico, pois a revista faz oposição escancarada e desleal à Presidenta desde quando ela era pré-candidata.
A revista continua fazendo oposição até na introdução da entrevista, quando alfineta a Presidenta:
Nesse quadro, ela não precisa de exposição na revista. Demorou 1 ano e 3 meses na presidência para atender as solicitações de entrevista para a Veja. Para a revista Carta Capital ela concedeu entrevista exclusiva em agosto de 2011 (um tempo também longo desde a posse, mas nada parecido com o chá-de-cadeira aplicado à Veja).
Então porque conceder tal entrevista agora, se não estava precisando?
Primeiro é preciso entender que Dilma já deu mostras de ser daquelas governantes que governam com o sentido de missão, e cumpre as missões que considera importantes, independentemente de serem desagradáveis ou espinhosas.
Segundo, é o momento mais oportuno para Dilma diante dos influenciáveis pela revista. A Veja passou meses tentando desestabilizá-la, misturando denúncias verdadeiras com falsas para derrubar ministros, alguns inocentes, visando emplacar com a oposição uma CPI do fim-do-mundo que derrubasse a Presidenta, fosse nas eleições de 2014, fosse antes. Foi um tiro no pé. Pois a aprovação popular da Presidenta subiu, e é a oposição quem está com duas CPI's indigestas na fila: da privataria tucana e do Carlinhos Cachoeira. Além de ter o "aloprado" senador Álvaro Dias (PSDB/PR), que quer uma CPI da Saúde com base nas ambulâncias da empresa Toesa, denúnciada no "Fantástico", que explode no colo de José Serra (PSDB/SP).
Ao mesmo tempo, a correlação de forças de apoio na base governista mudou. Há fila de gente querendo entrar, como a turma do PSD de Kassab. E quem diz querer sair está blefando. E, com isso, Dilma pode tornar-se mais exigente na composição do governo. Por que falar em "crise" quando, em vez de só os partidos pressionarem a Presidenta por espaço no governo, ela também pressiona os partidos? É do jogo político.
Nesse contexto, é que o momento atual da entrevista faz sentido. Pois fica mal na fita parlamentares e partidos que batem de frente com a Presidenta, passando a imagem de chantagem, com ameaças de votações no Congresso.
A lógica acima é válida, mas a revista não é mais tão influente assim, a ponto de uma entrevista, mesmo com a Presidenta fazer tanta diferença.
Então vamos ao terceiro ponto, uma hipótese, por enquanto.
Dilma, com o simbolismo da entrevista, dá mostras de não ser revanchista, nem de perseguir quem a persegue.
Assim a revista não poderá querer se fazer de vítima, se vier a ser a bola da vez na "faxina", não por iniciativa da Presidente, mas pelos próprios atos cometidos pela revista, que vão caindo na malha fina das investigações da Polícia Federal.
A revista tem adotado práticas jornalísticas temerárias e até criminosas, como no caso da tentativa de um seu jornalista invadir um quarto de hotel em Brasília.
A revista está sob suspeita de manter uma proximidade prá lá de esquisita com o esquema Carlinhos Cachoeira, como adverte Luis Nassif na nota "A associação da mídia com o crime":
Por fim, cabe lembrar da inconveniência em, querendo ou não, acabar por prestigiar a revista com a entrevista, fortalecendo-a. Mas da mesma forma que a revista não é mais tão influente, não será esta entrevista que irá salvá-la da decadência em curso.
O que os amigos leitores pensam disso?
Deixando de lado os sentimentos, dos quais já escrevemos aqui em situação anterior semelhante, vamos a análise fria política.
Obviamente uma entrevista destas tem mais significado político do que jornalístico, pois a revista faz oposição escancarada e desleal à Presidenta desde quando ela era pré-candidata.
A revista continua fazendo oposição até na introdução da entrevista, quando alfineta a Presidenta:
Como pano de fundo da semana caótica, havia o fato de Dilma ainda não ter convencido a opinião pública de ser a grande gestora que o eleitorado escolheu para governar o Brasil em 2010. Como escreve nesta edição J.R. Guzzo, colunista de VEJA, capturando uma sensação mais ampla, “a maior parte das atividades do governo brasileiro hoje em dia poderia ser descrita como ficção”. Mas Dilma não estava nem um pouco tensa quando recebeu a equipe de VEJA (Eurípedes Alcântara, diretor de redação, e os redatores-chefes Lauro Jardim, Policarpo Junior e Thaís Oyama) na tarde de quinta-feira passada para uma conversa de duas horas em uma sala contígua a seu gabinete de trabalho no Palácio do Planalto, em Brasília.Dilma está com aprovação popular alta, economia sob controle, e ao contrário do que dizem, a crise na base governista é no fisiologismo, e não no governo.
Nesse quadro, ela não precisa de exposição na revista. Demorou 1 ano e 3 meses na presidência para atender as solicitações de entrevista para a Veja. Para a revista Carta Capital ela concedeu entrevista exclusiva em agosto de 2011 (um tempo também longo desde a posse, mas nada parecido com o chá-de-cadeira aplicado à Veja).
Então porque conceder tal entrevista agora, se não estava precisando?
Primeiro é preciso entender que Dilma já deu mostras de ser daquelas governantes que governam com o sentido de missão, e cumpre as missões que considera importantes, independentemente de serem desagradáveis ou espinhosas.
Segundo, é o momento mais oportuno para Dilma diante dos influenciáveis pela revista. A Veja passou meses tentando desestabilizá-la, misturando denúncias verdadeiras com falsas para derrubar ministros, alguns inocentes, visando emplacar com a oposição uma CPI do fim-do-mundo que derrubasse a Presidenta, fosse nas eleições de 2014, fosse antes. Foi um tiro no pé. Pois a aprovação popular da Presidenta subiu, e é a oposição quem está com duas CPI's indigestas na fila: da privataria tucana e do Carlinhos Cachoeira. Além de ter o "aloprado" senador Álvaro Dias (PSDB/PR), que quer uma CPI da Saúde com base nas ambulâncias da empresa Toesa, denúnciada no "Fantástico", que explode no colo de José Serra (PSDB/SP).
Ao mesmo tempo, a correlação de forças de apoio na base governista mudou. Há fila de gente querendo entrar, como a turma do PSD de Kassab. E quem diz querer sair está blefando. E, com isso, Dilma pode tornar-se mais exigente na composição do governo. Por que falar em "crise" quando, em vez de só os partidos pressionarem a Presidenta por espaço no governo, ela também pressiona os partidos? É do jogo político.
Nesse contexto, é que o momento atual da entrevista faz sentido. Pois fica mal na fita parlamentares e partidos que batem de frente com a Presidenta, passando a imagem de chantagem, com ameaças de votações no Congresso.
A lógica acima é válida, mas a revista não é mais tão influente assim, a ponto de uma entrevista, mesmo com a Presidenta fazer tanta diferença.
Então vamos ao terceiro ponto, uma hipótese, por enquanto.
Dilma, com o simbolismo da entrevista, dá mostras de não ser revanchista, nem de perseguir quem a persegue.
Assim a revista não poderá querer se fazer de vítima, se vier a ser a bola da vez na "faxina", não por iniciativa da Presidente, mas pelos próprios atos cometidos pela revista, que vão caindo na malha fina das investigações da Polícia Federal.
A revista tem adotado práticas jornalísticas temerárias e até criminosas, como no caso da tentativa de um seu jornalista invadir um quarto de hotel em Brasília.
A revista está sob suspeita de manter uma proximidade prá lá de esquisita com o esquema Carlinhos Cachoeira, como adverte Luis Nassif na nota "A associação da mídia com o crime":
Está na hora de se começar a investigar mais a fundo a associação da Veja com o crime organizado. Não é mais possível que as instituições neste país - Judiciário, Ministério Público - ignorem os fatos que ocorreram.
Está comprovado que a revista tinha parceria com Carlinhos Cachoeira e Demóstenes. É quase impossível que ignorasse o relacionamento entre ambos - Demóstenes e Cachoeira.
No entanto, valeu-se dos serviços de ambos para interferir em inquéritos policiais (Satiagraha), para consolidar quadrilhas nos Correios, para criar matérias falsas (grampo sem áudio).
Até que a Polícia Federal começasse a vazar peças do inquérito, incriminando Demóstenes, a posição da revista foi de defesa intransigente do senador (clique aqui), através dos mesmos blogueiros das quais se valeu para tentar derrubar a Satiagraha.E há um depoimento à Polícia, onde o PM João Dias, envolvido no desvio de dinheiro do Ministério dos Esportes, aparece participando de uma reunião onde se fala em levantar 150 mil para comprar o silêncio da revista Veja. Curiosamente, a revista sempre poupou o PM, omitindo-o do noticiário, só vindo a aparecer com a imagem de "delator", sempre desviando o foco da obrigação dele em devolver R$ 4 milhões aos cofres públicos cobrados pelo Ministério dos Esportes. Confira aqui.
Por fim, cabe lembrar da inconveniência em, querendo ou não, acabar por prestigiar a revista com a entrevista, fortalecendo-a. Mas da mesma forma que a revista não é mais tão influente, não será esta entrevista que irá salvá-la da decadência em curso.
Do Blog Os amigos do Presidente Lula
Leia a entrevista AQUI
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sábado, 24 de março de 2012
ONU destaca articulação do 'Minha Casa, Minha Vida'
Enviado por luisnassif, sab, 24/03/2012 - 11:40
Por Marco Antonio L.
Da Agência Brasil
Minha Casa, Minha Vida é exemplo de articulação, diz ONU
A capacidade de articular os governos federal, estaduais e municipais para ampliar a oferta de habitação no país é uma das principais características do Programa Minha Casa, Minha Vida, segundo a avaliação da equipe de especialistas da agência da Organização das Nações Unidas para Habitação (ONU-Habitat).
O grupo está no Brasil para documentar práticas relacionadas ao programa, lançado em 2009 pelo governo federal, com o propósito de construir e financiar 1 milhão de moradias para famílias de baixa renda. As conclusões farão parte de uma publicação que a ONU-Habitat lançará em 2016, com experiências bem-sucedidas em diversos países e metas até 2025. Além da iniciativa brasileira, os especialistas estão avaliando programas habitacionais de outros países, como a Etiópia e o Chile.
p>De acordo com o representante da ONU-Habitat Erik Vittrup, o Minha Casa, Minha Vida tem uma visão “adequada” de como atacar o problema do déficit habitacional.
“O programa entende que essa questão não se resume à construção de casas, mas que a solução depende de um modelo de governança, envolvendo as três esferas de poder para a construção de cidades. Trata-se de um modelo de parceria e interação entre governo federal, estadual e local, o que em muitos países, mesmo grandes, sequer existe”, ressaltou.
Vittrup destacou ainda que a parceria estabelecida com empresas privadas para as construções é um mecanismo importante de dinamização do setor. As unidades habitacionais do programa são erguidas por construtoras privadas e financiadas para as famílias pela Caixa Econômica Federal.
Ele citou ainda a flexibilidade observada no programa, que dois anos após sua implementação ganhou uma segunda etapa, com alguns reajustes. Entre as novidades da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, lançada em junho do ano passado, estão a ampliação das faixas de renda familiar nas áreas urbana e rural e uma maior ênfase nas obras de saneamento básico nas áreas construídas.
“Essa flexibilidade não é usual em programas tão grandes e que envolvem tantos atores”, afirmou o representante da ONU-Habitat.
Erik Vittrup acrescentou que um dos principais desafios para a definição de uma estratégia global para as próximas décadas é evitar o desenvolvimento de programas habitacionais que construam guetos de pobres que se contraponham aos condomínios de luxo.
“Isso já ficou provado que não é eficiente e seguro. As pessoas precisam morar em locais onde elas possam ter por perto trabalho, acesso aos serviços, como saúde, interação cultural e comercial. Essa aglomeração de setores e de economias gera prosperidade local”, explicou.
De acordo com o Ministério das Cidades, a segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais com investimentos de R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014.
Fonte: Agência Brasil
Da Agência Brasil
Minha Casa, Minha Vida é exemplo de articulação, diz ONU
A capacidade de articular os governos federal, estaduais e municipais para ampliar a oferta de habitação no país é uma das principais características do Programa Minha Casa, Minha Vida, segundo a avaliação da equipe de especialistas da agência da Organização das Nações Unidas para Habitação (ONU-Habitat).
O grupo está no Brasil para documentar práticas relacionadas ao programa, lançado em 2009 pelo governo federal, com o propósito de construir e financiar 1 milhão de moradias para famílias de baixa renda. As conclusões farão parte de uma publicação que a ONU-Habitat lançará em 2016, com experiências bem-sucedidas em diversos países e metas até 2025. Além da iniciativa brasileira, os especialistas estão avaliando programas habitacionais de outros países, como a Etiópia e o Chile.
p>De acordo com o representante da ONU-Habitat Erik Vittrup, o Minha Casa, Minha Vida tem uma visão “adequada” de como atacar o problema do déficit habitacional.
“O programa entende que essa questão não se resume à construção de casas, mas que a solução depende de um modelo de governança, envolvendo as três esferas de poder para a construção de cidades. Trata-se de um modelo de parceria e interação entre governo federal, estadual e local, o que em muitos países, mesmo grandes, sequer existe”, ressaltou.
Vittrup destacou ainda que a parceria estabelecida com empresas privadas para as construções é um mecanismo importante de dinamização do setor. As unidades habitacionais do programa são erguidas por construtoras privadas e financiadas para as famílias pela Caixa Econômica Federal.
Ele citou ainda a flexibilidade observada no programa, que dois anos após sua implementação ganhou uma segunda etapa, com alguns reajustes. Entre as novidades da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, lançada em junho do ano passado, estão a ampliação das faixas de renda familiar nas áreas urbana e rural e uma maior ênfase nas obras de saneamento básico nas áreas construídas.
“Essa flexibilidade não é usual em programas tão grandes e que envolvem tantos atores”, afirmou o representante da ONU-Habitat.
Erik Vittrup acrescentou que um dos principais desafios para a definição de uma estratégia global para as próximas décadas é evitar o desenvolvimento de programas habitacionais que construam guetos de pobres que se contraponham aos condomínios de luxo.
“Isso já ficou provado que não é eficiente e seguro. As pessoas precisam morar em locais onde elas possam ter por perto trabalho, acesso aos serviços, como saúde, interação cultural e comercial. Essa aglomeração de setores e de economias gera prosperidade local”, explicou.
De acordo com o Ministério das Cidades, a segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais com investimentos de R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014.
Fonte: Agência Brasil
domingo, 18 de março de 2012
Brizola, a CUT e as escolhas de Dilma
publicada quinta-feira, 15/03/2012 às 12:06 e atualizada quinta-feira, 15/03/2012 às 12:10
por Rodrigo Vianna
Se a presidenta Dilma confirmar nos próximos dias o nome de Brizola Neto (PDT-RJ) como novo Ministro do Trabalho, terá dado mais um sinal da recomposição de forças que vai colocando em prática desde o início de 2012 – o sinal mais claro foi tirar Jucá (e, portanto, “minar” o velho grupo sarneyzista que tinha a hegemonia no PMDB do Senado) da liderança do governo.
Antes de entrar nesse ponto, algumas informações sobre Brizola Neto. Ele não fala sobre a possível nomeação. ”A hora é de discrição”, diz-me um assessor. Quem tem falado, e muito, é “O Globo”. Claro, o jornal carioca lança balões de ensaio e armadilhas na tentativa de barrar a nomeação. Um Brizola no Ministério deve ser dolorido demais para a família Marinho.
O interessante é que o nome de Brizola tem o apoio das principais centrais sindicais brasileiras. A Força Sindical (que tem em Paulinho, do PDT-SP, o principal líder), a CTB (que tem ligações com o PCdoB) e a CUT já sinalizaram que apóiam o nome de Brizola Neto.
Conversei ontem com Artur Henrique, presidente da CUT. Ele foi cuidadoso, mas absolutamente claro: “Não cabe à CUT nomear nem indicar ministro, isso é com os partidos e com o Poder Executivo; mas temos simpatia, sim, pelo nome do Brizola Neto porque ele poderia adotar um novo perfil para o Ministério do Trabalho”.
Que perfil seria esse?
Artur diz que o Ministério, na gestão Lupi, virou um “grande cartório” para criação de sindicatos. Perdeu o papel de articulador das demandas trabalhistas. A CUT acha que Brizola poderia assumir essa função, por exemplo, coordenando Mesas Nacionais de Negociação – como a criada recentemente na área da construção civil.
“A atuação do Brizola Neto como secretário do Trabalho no Rio mostra que ele tem esse perfil. Além disso, pode ser um ministro que tenha interlocução com todas as centrais, e não com uma só”, espetou Artur, numa referência à relação preferencial de Lupi com a Força Sindical.
Esse blogueiro apurou que o Palácio do Planalto já consultou as centrais sobre o nome de Brizola. E recebeu sinal verde.
O que falta? O PDT. Muita gente no entorno de Lupi teme que Brizola, chegando ao Ministério, imponha uma nova correlação de forças no PDT. Numa palavra: Brizola Neto no ministério viraria, de fato, a principal liderança pedetista, “engolindo” a turma de Lupi.
O ex-ministro (hoje “apenas” presidente do PDT) fez o partido lançar uma nota ontem (ler aqui), enviando um recado ao governo: oficialmente, não há veto “a qualquer companheiro”, mas a negociação terá que ser feita ”pela via institucional das instâncias partidárias”. Ou seja, Lupi quer ser ouvido. O fato é que ainda há resistências no partido. O embate deve ser resolvido até o fim dessa semana, início da próxima.
Qual o significado político da possível nomeação de Brizola Neto? Significa um aceno de Dilma para setores mais à esquerda que, desde o início do governo, têm recebido péssimos sinais do Planalto.
Dilma quer mudanças no traquejo político, diz Eduardo Braga
Enviado por luisnassif, sab, 17/03/2012 - 09:52
Por André Pessoa
Eduardo Braga: ‘Chegou a hora de enfrentar antigas práticas’
Do O Globo
Novo líder do governo diz que Dilma não vai mais barganhar cargos e quer ampliar base
BRASÍLIA - Se já estão contrariados com a mexida radical da presidente Dilma Rousseff esta semana no comando político no Congresso, aliados tradicionais podem se surpreender com outras mudanças que devem vir pela frente. O novo líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), diz que, após avanços nas áreas econômica e social, Dilma acha que chegou a hora de tentar acabar com velhas práticas políticas do toma lá dá cá. Às ameaças de rompimento de aliados tradicionais, ela vai buscar novos apoios, apontados como mais qualificados. Nessa lista entra até o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), um dos principais críticos das práticas de governos petistas. Braga disse que o ex-presidente Lula apoia essa mudança.
Eduardo Braga: ‘Chegou a hora de enfrentar antigas práticas’
Do O Globo
Novo líder do governo diz que Dilma não vai mais barganhar cargos e quer ampliar base
BRASÍLIA - Se já estão contrariados com a mexida radical da presidente Dilma Rousseff esta semana no comando político no Congresso, aliados tradicionais podem se surpreender com outras mudanças que devem vir pela frente. O novo líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), diz que, após avanços nas áreas econômica e social, Dilma acha que chegou a hora de tentar acabar com velhas práticas políticas do toma lá dá cá. Às ameaças de rompimento de aliados tradicionais, ela vai buscar novos apoios, apontados como mais qualificados. Nessa lista entra até o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), um dos principais críticos das práticas de governos petistas. Braga disse que o ex-presidente Lula apoia essa mudança.
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
A culpa é de Lula:Brasil passa Inglaterra e é o 6º PIB
Brasil 247 – A notícia foi chegando aos poucos, de fora para dentro. Circulou, primeiro, na Europa, onde os cálculos sobre o crescimento das economias nacionais são feitos por diferentes institutos oficiais e privados. Na Inglaterra, o Centro para a Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR) registrou nesta terça-feira 6 que a economia brasileira produziu mais riqueza, no ano passado, do que a do Reino Unido, configurando a primeira vez na história em que um país sul-americano superou a economia britânica. Previsão neste sentido já havia sido feita pelo Fundo Monetário Internacional.
Abaixo, texto a respeito produzido no escritório da BBC em Brasília. Dá para perceber que os ingleses ainda não digeriram muito bem essa ultrapassagem:
João Fellet, da BBC Brasil, em Brasília - O crescimento de 2,7% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2011, anunciado nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), confirmou uma previsão feita por analistas recentemente: de que no ano passado a economia brasileira ultrapassaria a britânica e se tornaria a sexta maior do mundo. No entanto, a ultrapassagem ocorreu por margem menor que a esperada.
Segundo cálculo do Centro para a Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR), um instituto britânico, o PIB brasileiro alcançou US$ 2,469 trilhões (cerca de R$ 4 trilhões) em 2011, ante US$ 2,420 trilhões do britânico.
"A diferença foi menor do que havíamos previsto antes. A economia brasileira tropeçou, mas a economia do Reino Unido foi ainda pior no ano passado, então não foi o suficiente para mudar o cenário", diz o analista Tim Ohlenberg, do CEBR.
O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país ao longo do ano. Agora, somente Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França estão à frente do Brasil no ranking, que leva em conta os PIBs nominais, medidos em preços correntes.
Outros dois institutos econômicos ouvidos pela BBC Brasil confirmam que a ultrapassagem ocorreu. Segundo cálculos da Consultoria Tendências, o PIB brasileiro alcançou US$ 2,477 trilhões em 2011. O britânico, por sua vez, chegou a US$ 2,421 trilhões.
Em 2010, de acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), o PIB brasileiro valia US$2,09 trilhões, comparado a US$ 2,25 trilhões da Grã-Bretanha.
Para comparar os PIBs, deve-se converter suas quantias (medidas nas moedas locais) em dólares, usando como base a cotação média do real e da libra para a moeda americana em 2011. É a primeira vez que o PIB brasileiro aparece à frente do britânico.
A ultrapassagem se explica em grande parte pelos desempenhos das duas economias no ano passado: enquanto o Brasil cresceu 2,7%, a Grã-Bretanha teve expansão de 0,8%.
A economia britânica tem sofrido com os prolongados efeitos da crise econômica na Europa.
Segundo analistas, outro fator que teve peso no resultado foi a acentuada apreciação do real no período, superior à valorização da libra.
O Instituto Nacional de Pesquisa Econômica e Social (NIESR, na sigla em inglês) também confirmou que o PIB brasileiro ultrapassou o britânico. Nas contas do instituto, que faz a comparação com base em dados do FMI e em taxas de câmbio atuais, o PIB brasileiro hoje vale US$ 2,52 trilhões, enquanto o britânico vale US$ 2,48 trilhões.
Apesar do resultado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que é mais importante ter uma economia dinâmica, com crescimento sustentável, do que ter o sexto maior PIB global.
Consumo das famílias
Segundo o IBGE, ao crescer 2,7% em 2011, o PIB brasileiro alcançou R$ 4,143 trilhões.
Ainda que bem inferior à projeção do governo no início do ano passado, de expansão de 5%, o resultado de 2011 evidencia o relativo bom momento da economia brasileira num momento em que a Europa e os Estados Unidos enfrentam graves dificuldades para voltar a crescer.
No entanto, apesar do resultado anual, os dados indicam que houve uma desaceleração da economia no fim do ano passado. De acordo com o IBGE, a economia cresceu 0,3% nos últimos três meses de 2011 em relação ao trimestre anterior.
Ainda segundo o Instituto, o desempenho da economia em 2011 foi puxado pelo consumo das famílias, que teve expansão de 4,1% em relação a 2010. Também tiveram bons resultados o setor agropecuário, com crescimento de 3,9%, e o de serviços, com 2,7%.
Postado por O TERROR DO NORDESTE às 06:08
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Dilma é uma das mulheres 'que abalaram o mundo'
Presidente e a grafiteira Panmela Castro são as duas únicas brasileiras que aparecem no ranking mundial criado pela revista americana Newsweek, ao lado de Angela Merkel, Christine Lagarde e Oprah Winfrey
A presidente Dilma Rousseff e a grafiteira carioca Panmela Castro são as representantes brasileiras que figuram na lista das '150 mulheres que abalaram o mundo', publicada nesta terça-feira pela revista americana Newsweek. "De Detroit (EUA) até Cabul (Afeganistão), essas mulheres estão fazendo com que suas vozes sejam escutadas", descreveu a publicação sobre as governantes, atletas, jornalistas e ativistas que compõem o seleto grupo.
Os Estados Unidos dominaram a lista com 53 mulheres, entre as quais, Oprah Winfrey, Meryl Streep, Angelina Jolie, Lady Gaga e Hillary Clinton. Entre as representantes de outros países estão a cantora britânica Adele, a ativista chinesa Mao Hengfeng, a chanceler alemã Angela Merkel e a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde.
A escolha de Dilma foi, segundo a revista, baseada não apenas por ser a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Brasil, mas por sua militância política. Já Panmela aparece na lista por seu ativismo social. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner e a ex-mandatária do Chile, Michelle Bachelet, agora diretora-executiva da agência ONU Mulheres, também fazem parte do ranking.Agências internacionais
Postado por O TERROR DO NORDESTE às 06:45
domingo, 19 de fevereiro de 2012
“Na contramão do mundo”
Saiu no Globo, pág. 27:

E a Folha (*) ainda diz que que o FHC é o pai biológico da classe C.
Esse PiG (**) diz qualquer coisa para encher o balão de oxigênio na câmara mortuária dos tucanos de São Paulo (que não passariam de Pinheirinho, na via Dutra, não fosse o PiG (**))
Amigo navegante, e o Renato Machado, hein ?
Aquele, aquele do Bom (?) Dia Brasil, que entende de vinho !
Ele foi para a Inglaterra no mesmo dia em que o Brasil passou à frente da Inglaterra.
No bairro dele em Londres, o único de emprego fixo, carteira assinada, deve ser ele.
O Carnaval lá deve estar animadíssimo !
Você pode deixar a Província, mas a Província não deixa você !
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
Desemprego de jovens cai à metade no Brasil (de 2003 a 2011, ou seja, no Governo do Nunca Dantes, detalhe que o Globo omite – PHA), enquanto na Europa beira 50%. Os mais novos aumentam a escolaridade.”
Fabiana Ribeiro
RIO – A cena clássica que se imagina quando uma pessoa vai procurar emprego — olhar os classificados, esperar por entrevistas — não condiz com a história de Leandro Justin. “Não fiz nem currículo”, conta o professor de inglês de 21 anos. E foi contratado há algumas semanas pela primeira empresa em que bateu à porta em busca de trabalho, numa escola de idiomas.
Leandro faz parte de uma juventude brasileira que, desde 2003, viu o desemprego cair praticamente à metade. Em 2011, a taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos, nas seis principais regiões metropolitanas do país, fechou em 13,4% — ainda elevada, mas bem distante dos 23,4% vistos em 2003. Cenário que contrasta com o que se nota nos países desenvolvidos, onde a crise atormenta os jovens europeus com taxas de desemprego próximas a 50%.
— Quem procura encontra trabalho. Pode não dar muito para escolher. Mas minha opção foi levar dinheiro para casa. Estou satisfeito — disse Leandro, professor do Brasas.
A percepção de Leandro se observa em números da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE. Segundo Cimar Azeredo, gerente da PME, o nível de ocupação dos jovens de 18 e 24 anos cresceu 11,7% nos últimos oito anos — acima da dos adultos, que aumentou 8,9%. De um lado, o bom momento da economia brasileira nos anos recentes tornou mais dinâmico o mercado de trabalho, e esse movimento favoreceu os mais novos também. Por outro, os jovens fizeram a sua parte e aumentaram a escolaridade. Dados da Pnad de 2009, indicam que mais da metade desses jovens cursa ou possui nível médio.
— A mão de obra brasileira está mais qualificada e, por isso, parte em busca de ocupações que exigem mais formação. Não é à toa que serviços domésticos ficaram mais caros justamente por falta de gente. Hoje, funções que surgiam por falta de oportunidade, como emprego doméstico, já não são mais a primeira opção do jovem que sai da escola. Isso é uma mudança na estrutura do mercado de trabalho e o jovem, certamente, é um dos protagonistas desse processo — apontou Azeredo, acrescentando que falta a esse jovem políticas de inserção no mundo do trabalho. — O pesadelo de terminar uma faculdade, e ficar sem trabalho, ainda existe.
E a Folha (*) ainda diz que que o FHC é o pai biológico da classe C.
Esse PiG (**) diz qualquer coisa para encher o balão de oxigênio na câmara mortuária dos tucanos de São Paulo (que não passariam de Pinheirinho, na via Dutra, não fosse o PiG (**))
Amigo navegante, e o Renato Machado, hein ?
Aquele, aquele do Bom (?) Dia Brasil, que entende de vinho !
Ele foi para a Inglaterra no mesmo dia em que o Brasil passou à frente da Inglaterra.
No bairro dele em Londres, o único de emprego fixo, carteira assinada, deve ser ele.
O Carnaval lá deve estar animadíssimo !
Você pode deixar a Província, mas a Província não deixa você !
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
Brasil tem o 3º maior mercado de computadores do mundo
Enviado por luisnassif, dom, 19/02/2012 - 11:20
Por Marco Antonio L.
Da Agência Estado
Brasil se consolida como 3º maior mercado de computadores do mundo
Setor cresceu 12% no País em 2011; China e Estados Unidos lideram ranking
Rodrigo Petry, da Agência Estado
SÃO PAULO - O mercado de computadores apresentou um crescimento de 12% no ano passado, com a comercialização de 15,4 milhões de notebooks, netbooks e desktops, segundo o estudo Brazil Quarterly PC Tracker, divulgado hoje pela consultoria IDC Brasil. Segundo a consultoria, o ano passado consolidou o Brasil como o terceiro maior mercado de computadores, atrás apenas de China e Estados Unidos.
Apenas no quarto trimestre do ano passado foram vendidos 4,2 milhões de computadores, sendo 40,8% de desktops e de 59,2% notebooks e netbooks. Isso representou um aumento de 10% sobre o mesmo período de 2010. "O quarto trimestre foi bom, mas poderia ter sido ainda melhor se não fosse a alta do dólar e dificuldade para a aquisição de hard disk (HD), devido às enchentes na Tailândia", disse, em nota, o IDC.
Apenas no quarto trimestre do ano passado foram vendidos 4,2 milhões de computadores, sendo 40,8% de desktops e de 59,2% notebooks e netbooks. Isso representou um aumento de 10% sobre o mesmo período de 2010. "O quarto trimestre foi bom, mas poderia ter sido ainda melhor se não fosse a alta do dólar e dificuldade para a aquisição de hard disk (HD), devido às enchentes na Tailândia", disse, em nota, o IDC.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Governo espera investir 20,8% do PIB em 2012
Enviado por luisnassif, qui, 16/02/2012 - 09:31 Do Blog do Planalto
Governo anuncia aumento dos investimentos, que devem alcançar 20,8% do PIB em 2012
MInistros Guido Mantega e Miriam Belchior anunciam aumento nos investimentos em 2012. PAC, Minha Casa, Minha Vida e programas sociais terão os recursos ampliados. Foto: Agência Brasil
O governo federal vai ampliar os investimentos, que deverão atingir 20,8% do PIB em 2012. O anúncio foi feito hoje (15) pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. O aumento nos investimentos deve chegar a 11% em relação ao ano passado. Assim, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Minha Casa, Minha Vida, e os programas sociais terão seus orçamentos ampliados.
Por Wagner Rocamora
Governo anuncia aumento dos investimentos, que devem alcançar 20,8% do PIB em 2012
MInistros Guido Mantega e Miriam Belchior anunciam aumento nos investimentos em 2012. PAC, Minha Casa, Minha Vida e programas sociais terão os recursos ampliados. Foto: Agência Brasil
O governo federal vai ampliar os investimentos, que deverão atingir 20,8% do PIB em 2012. O anúncio foi feito hoje (15) pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. O aumento nos investimentos deve chegar a 11% em relação ao ano passado. Assim, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Minha Casa, Minha Vida, e os programas sociais terão seus orçamentos ampliados.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Desmatamento na Amazônia atinge menor área em 22 anos, destaca presidenta Dilma Rousseff
Outra frente de atuação mencionada por ela foi a manutenção e ampliação de fontes de energia limpas. Dilma Rousseff lembrou que na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2009, em Copenhague, o Brasil comprometeu-se, voluntariamente, a reduzir em 36,1% a 38,9% as emissões projetadas para até 2020.
“Poucos dias depois da Conferência, esse compromisso foi incorporado na lei que instituiu a Política Nacional de Mudanças Climáticas. Na última conferência sobre Mudanças Climáticas, na África do Sul, em dezembro, o Brasil seguiu na vanguarda, propondo um acordo de redução das emissões que inclua todos os países e que seja obrigatório. O que está em jogo não é o futuro apenas do Brasil, mas de toda a humanidade.”Comerciante de São Mateus (ES), Gilson Gaigher Junior quis saber sobtre a política do governo federal para as micro e pequenas empresas. A presidenta informou que o governo combina redução tributária, garantia de acesso ao crédito e o fortalecimento deste segmento da economia. E lembrou que desde o início deste ano, já estão em vigor as mudanças no Super Simples, para ampliar o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) e de empresas beneficiadas: para os MEIs, o limite de faturamento anual passou de R$ 36 mil para R$ 60 mil; para as microempresas, o novo limite passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil; e para as empresas de pequeno porte, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.
“Além do mais, as micro e pequenas empresas agora podem parcelar seus débitos tributários em até 60 meses e evitar que sejam excluídas do Super Simples. Lançamos também, em setembro do ano passado, o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (Crescer), que atende empreendedores pessoas físicas e microempresários com faturamento anual de até R$ 120 mil. O limite de financiamento é de R$ 15 mil, e os juros, de apenas 8% ao ano.”Ao aposentado de Maceió (AL) Carlito Amaral, Dilma Rousseff explicou a política federal para a fabricação de biodiesel por agricultores familiares, que “tornou-se um excepcional programa de inclusão social”. Segundo a presidenta, o número de estabelecimentos da agricultura familiar que participam do Programa Brasileiro de Produção e Uso de Biodiesel passou de 16 mil, em 2005, para 100 mil, em 2010, e estima-se que tenha chegado a 110 mil, em 2011.
Ela destacou que o faturamento dos agricultores também aumentou de maneira exponencial, passando de R$ 68 milhões, em 2006, para, segundo estimativas, mais de R$ 1,4 bilhão, em 2011.
“Esse crescimento extraordinário da participação dos agricultores familiares se deve, em boa medida, à organização em cooperativas. O número de cooperativas passou de 4, em 2006, para 70 atualmente. No final de 2011, já havia no Brasil 56 usinas de biodiesel e, destas, 37 possuem o Selo Combustível Social (66%). O Selo é concedido àquelas que compram dos agricultores familiares, diretamente ou através de suas cooperativas, e lhes prestam assistência técnica rural. Em contrapartida, essas empresas passam a contar com benefícios tributários, melhores condições de financiamento, participação assegurada de 80% do biodiesel negociado em leilões públicos, entre outras vantagens.”
Felizmente, Petrobras sobreviveu a ventos privatistas, afirma Dilma
Felizmente, Petrobras sobreviveu a ventos privatistas, afirma Dilma
Na posse da nova presidente da Petrobras, Dilma Rousseff destaca importância do caráter estatal da empresa, elogia 'estadista' Getúlio Vargas e festeja que companhia escapou de 'todos os ventos privatistas'. Para Dilma, Petrobras estatal é fundamental no projeto de nação do Brasil. Declaração sobre 'ventos privatistas' vem após polêmica política sobre leilão de aeroportos.
> LEIA MAIS | Política | 13/02/2012
• Petrobras vende mais e mais caro, mas lucra menos em 2011: 33 bi
• Gabrielli revê sua gestão e destaca pré-sal, novas sondas e produção recorde
• Mais focada, privatização de Lula-Dilma não tem abrangência da era FHC
• Leilão de aeroportos termina com ágio de 348% e gestão estrangeira
• Sindicalistas prevêem aumento de tarifas após leilão de aeroportos
Na posse da nova presidente da Petrobras, Dilma Rousseff destaca importância do caráter estatal da empresa, elogia 'estadista' Getúlio Vargas e festeja que companhia escapou de 'todos os ventos privatistas'. Para Dilma, Petrobras estatal é fundamental no projeto de nação do Brasil. Declaração sobre 'ventos privatistas' vem após polêmica política sobre leilão de aeroportos.
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Petrobras muda comando; políticas de preço e conteúdo local, não
Maria das Graças Foster assume presidência da estatal prometendo continuidade e com discurso ao gosto de Dilma Rousseff: 'Meu foco é a gestão'. Preço dos combustíveis seguirá atrelado ao barril de petróleo, mas sem reajustes frequentes. Apoio à indústria brasileira com exigência a fornecedores também será preservado. Prioridade é investir em exploração e produção.
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