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terça-feira, 10 de julho de 2012

O livro "Por que os Estados Unidos Fracassaram"

Por jucapastori
Do Diário do Centro do Mundo
Por que os Estados Unidos fracassaram
Paulo Nogueira
Morris Berman, 67 anos, é um acadêmico americano que vale a pena conhecer.
Acabo de ler “Por Que os Estados Unidos Fracassaram”, dele. A primeira coisa que me ocorre é: tomara que alguma editora brasileira se interesse por este pequeno – 196 páginas — grande livro.
A questão do título é respondida amplamente. Você fecha o livro com uma compreensão clara sobre o que levou os americanos a um declínio tão dramático.
O argumento inicial de Berman diz tudo. Uma sociedade em que os fundamentos são a busca de status e a aquisição de objetos não pode funcionar.
Berman cita um episódio que viu na televisão. Uma mulher desabou com o rosto no chão em um hospital em Nova York. Ela ficou tal como caiu por uma hora inteira, sob indiferença geral, até que finalmente alguém se movimentou. A mulher já estava morta. Leia mais »

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A pobreza cresce nos EUA


Por Sérgio Troncoso
Da BBC Brasil
A BBC visitou nos Estados Unidos alguns acampamentos de sem-teto, cada vez mais numerosos no país desde o início da crise econômica que explodiu em 2008.
Dados oficiais apontam que cerca de 47 milhões de americanos vivem abaixo da linha pobreza e este número vem aumentando.
Atualmente há 13 milhões de desempregados, 3 milhões a mais do que quando Barack Obama foi eleito presidente, em 2008.
Algumas estimativas calculam que cerca de 5 mil pessoas se viram obrigadas nos últimos anos a viver em barracas em acampamentos de sem-teto, que se espalharam por 55 cidades americanas.
O maior deles é o de Pinella Hope, na Flórida, região mais conhecida por abrigar a Disney World. Uma entidade católica organiza o local e oferece alguns serviços aos habitantes, como máquinas de lavar roupa, computadores e telefones.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

iG publica suposta notícia: Supostamente monstros



Supostamente monstros, supostamente vis


A rede de televisão CNN divulgou o vídeo em que, segundo a Associated Press “supostos membros do corpo de fuzileiros navais americanos uniformizados supostamente urinam sobre cadáveres de militantes do grupo radical Taleban”.
Supostamente talibãs, devemos supor, com tanto suposto que se coloca diante do evidente.
O comando dos fuzileiros navais diz que está investigando e – pasmem – limita-se a dizer que isso não condiz com os “valores das Forças Armadas dos EUA”.
Que valores esperam de pessoas que são mandadas matar outras do outro lado do planeta, que jamais lhes fizeram coisa alguma? Nem mesmo no Afeganistão estava Osama Bin Ladem, mas no aliado Paquistão!
É essa a civilização ocidental que lá foi para tirar os “bárbaros fanáticos” da vida primitiva com aviões, mísseis, lasers, escudos, radares, quase invulneráveis?
Haverá uma indignação mundial, em poucas horas.
Porque já é criminoso que se produzam cadáveres. Profaná-los, é mais que isso, é monstruoso.
E agora não há George Bush a quem atribuir isso.
Barbárie é uma palavra por demais gentil para definir isto.
Monstruosidade é o nome, e nada suposto, disso.
E pensar que um soldado dos Estados Unidos, Bradley Manning, está sendo condenado por deixar vazar as provas dos atos criminosos do exército americano no Afeganistão e no Iraque.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Crise sistêmica global - EUA: Um país insolvente e ingovernável

O GEAP é um grupo de estudos da conjuntura voltado à análise da situação política e econômica do mundo e, anualmente, divulga previsões para os próximos quatro anos. O estudo divulgado este ano antecipa as crescentes dificuldades econômicas, políticas e sociais que serão enfrentadas pelos EUA

Por GEAB (Global Europe Anticipation Bulletin) 1 de Janeiro de 2012 - 10h00

Como anunciado nos GEAB anteriores, nossa equipe apresenta neste nº 60 suas antecipações sobre a evolução dos Estados Unidos para o período 2012-1016. Este país, epicentro da crise sistémica global e pilar do sistema internacional desde 1945, vai atravessar um período particularmente trágico da sua história no decurso destes cinco anos. Já insolvente, irá tornar-se ingovernável – provocando para os norte-americanos e aqueles que dependem dos Estados Unidos choques econômicos, financeiros, monetários, geopolíticos e sociais violentos e destruidores. Se os Estados Unidos de hoje já são bem diferentes da "hiperpotência" de 2006, ano de publicação dos primeiros GEAB que anunciavam a crise sistêmica global e o fim do poderio estadunidense, as mudanças que antecipamos para o período 2012-2016 são ainda mais importantes e vão transformar radicalmente o país, seu sistema institucional, seu tecido social e seu peso económico e financeiro.

Paralelamente, como a cada mês de dezembro, avaliamos nossas antecipações para o ano decorrido. Este exercício muito raramente praticado pelos especialistas e pela imprensa (1) é um instrumento que permite tanto aos assinantes (2) como aos nossos investigadores verificar que o nosso trabalho mantém um forte valor acrescentado e que está em ligação direta com a realidade. Neste ano o nosso desempenho melhorou ligeiramente e o LEAP/E2020 atingiu um resultado de 82% de êxito nas suas antecipações para 2011.

Pormenorizamos igualmente nossas recomendações referentes às divisas, ao ouro, às bolsas e às consequências da marginalização do Reino Unido no seio da União Europeia (UE) (3) sobre a libra, o ouro e a dívida britânica e apresentamos alguns conselhos quanto às evoluções do sistema institucional americano (4) .

Neste comunicado público optamos por apresentar um extrato da nossa antecipação sobre a evolução dos Estados Unidos para o período 2012-2016.

Antes de abordar o caso americano, queremos comentar a situação europeia (5)
.
A espiral econômica infernal dos EUA: recessão/depressão/inflação (extrato)

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