segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Miriam Leitão previu saldo de US$ 3 bi na balança comercial, mas foi 10 vezes maior

Há um ano atrás, em 9 de dezembro de 2010, madame Miriam Leitão previu US$ 3 bilhões de saldo na balança comercial para 2011.

Fechadas as contas deste ano, o valor foi R$ 29,8 bilhões, ou seja, 10 vezes mais do que previu a maior "especialista" em economia da TV Globo.

Vai chutar torto e fora assim, lá onde o vento faz a curva.
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2010/12/09/impasses-do-bc-348065.asp

É por essas e por outras, que a TV Globo e seu jornalão deveriam assumir de vez o tipo de "jornalismo" que praticam.


Que tal madame Leitão passar a aparecer no "Bom dia, Brasil" com roupa de cigana e com uma bola de  cristal na frente? Seria mais realista e daria mais credibilidade.

O William Bonner poderia usar um nariz de pinóquio. Assim todo mundo entenderia o espírito da coisa e ninguém levaria a sério quando ele quisesse dizer que uma bolinha de papel era uma fita crepe gigante de 5kg.

"Bill" Waack poderia narrar no seu idioma oficial (o inglês) e aparecer legendas em português no telejornal.
Do Blog da Helena
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A balança comercial brasileira registrou, em 2011, superávit de US$ 29,79 bilhões, o maior nos últimos quatro anos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações e as importações brasileiras cresceram em 2011, batendo recordes para o acumulado do ano, o que levou ao aumento de 47,8% do superávit comercial.
As vendas somaram US$ 256 bilhões, um aumento de 26,8% em relação a 2010. Os números divulgados hoje (2) pelo MDIC revelam que as exportações brasileiras atingiram a marca histórica de US$ 1 bilhão por dia útil. Já as importações alcançaram US$ 226 bilhões, ou seja, 24,5% a mais do que o registrado no ano passado.
“O Brasil nunca exportou e importou tanto. Tivemos um saldo comercial robusto, contribuindo para as contas externas do país”, disse a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Lacerda Prazeres sobre “o dinamismo do comércio exterior brasileiro”.
Leia Mais>>> no Blog do Planalto

domingo, 1 de janeiro de 2012

‘NYT’ cita Dilma e Manuela para destacar mulheres na política

Domingo 1, janeiro 2012
Deputada federal pelo Rio Grande do Sul, Manuela D’Avila (PCdoB) foi destaque no jornal americano The New York Times. Em entrevista publicada ontem, a edição online do periódico abordou o crescimento do papel das mulheres na política brasileira, especialmente após a eleição de Dilma Rousseff, a primeira mulher a ocupar a Presidência da República.
O jornal cita que Manuela vai disputar a prefeitura da capital gaúcha em 2012, assim como pelo menos outras 46 mulheres em 26 Estados – número considerado um recorde de candidatas no histórico de eleições no País. De acordo com a publicação, isso se deve em grande parte à popularidade da presidente, que embora tenha presenciado a queda de diversos ministros após denúncias de corrupção, mantém elevado índice de aprovação.
“Ela tem uma atitude diferente, mostra que é uma mulher de coragem”, disse a cientista política Maria do Socorro Sousa Braga, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). “Isso está ajudando as mulheres a ir em busca do que elas querem, a se tornarem autônomas, gostarem da disputa”, afirmou a especialista. No final do primeiro ano de governo, Dilma alcançou uma aprovação de 72% dos brasileiros.
Com a eleição de Dilma, vimos a confiança dos eleitores nas mulheres”, afirmou Manuela D’Avila. “Com a decisão de Dilma de levar tantas mulheres para o seu governo, ela mostra mais uma vez que nós temos capacidade de governar”, aponta a parlamentar.
A publicação aponta ainda que a presidente, chamada de uma “ex-rebelde marxista”, não tem a mesma popularidade de seu antecessor, Presidente Lula , mas que seu foco no trabalho está conseguindo passar a imagem da eficiência para a população. De acordo com o jornal, esse apoio popular pode ajudar candidatas como Manuela D’Avila a conseguir sucesso nas urnas. “Há grande incentivo por parte do governo Dilma de estimular a participação das mulheres nas eleições”, disse Braga.
O jornal cita que o número de prefeitas no Brasil passou de 317 em 2000 para 405 em 2004 e para 504 em 2008, mas isso corresponde a apenas 9% do total. Se comparado com outros países, o Brasil ainda precisa avançar muito na participação feminina na polícia, diz o The New York Times.
Por

Crise sistêmica global - EUA: Um país insolvente e ingovernável

O GEAP é um grupo de estudos da conjuntura voltado à análise da situação política e econômica do mundo e, anualmente, divulga previsões para os próximos quatro anos. O estudo divulgado este ano antecipa as crescentes dificuldades econômicas, políticas e sociais que serão enfrentadas pelos EUA

Por GEAB (Global Europe Anticipation Bulletin) 1 de Janeiro de 2012 - 10h00

Como anunciado nos GEAB anteriores, nossa equipe apresenta neste nº 60 suas antecipações sobre a evolução dos Estados Unidos para o período 2012-1016. Este país, epicentro da crise sistémica global e pilar do sistema internacional desde 1945, vai atravessar um período particularmente trágico da sua história no decurso destes cinco anos. Já insolvente, irá tornar-se ingovernável – provocando para os norte-americanos e aqueles que dependem dos Estados Unidos choques econômicos, financeiros, monetários, geopolíticos e sociais violentos e destruidores. Se os Estados Unidos de hoje já são bem diferentes da "hiperpotência" de 2006, ano de publicação dos primeiros GEAB que anunciavam a crise sistêmica global e o fim do poderio estadunidense, as mudanças que antecipamos para o período 2012-2016 são ainda mais importantes e vão transformar radicalmente o país, seu sistema institucional, seu tecido social e seu peso económico e financeiro.

Paralelamente, como a cada mês de dezembro, avaliamos nossas antecipações para o ano decorrido. Este exercício muito raramente praticado pelos especialistas e pela imprensa (1) é um instrumento que permite tanto aos assinantes (2) como aos nossos investigadores verificar que o nosso trabalho mantém um forte valor acrescentado e que está em ligação direta com a realidade. Neste ano o nosso desempenho melhorou ligeiramente e o LEAP/E2020 atingiu um resultado de 82% de êxito nas suas antecipações para 2011.

Pormenorizamos igualmente nossas recomendações referentes às divisas, ao ouro, às bolsas e às consequências da marginalização do Reino Unido no seio da União Europeia (UE) (3) sobre a libra, o ouro e a dívida britânica e apresentamos alguns conselhos quanto às evoluções do sistema institucional americano (4) .

Neste comunicado público optamos por apresentar um extrato da nossa antecipação sobre a evolução dos Estados Unidos para o período 2012-2016.

Antes de abordar o caso americano, queremos comentar a situação europeia (5)
.
A espiral econômica infernal dos EUA: recessão/depressão/inflação (extrato)

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sábado, 31 de dezembro de 2011

Embraer vai produzir aviões para a Força Aérea americana



Foto: Divulgação
O contrato de US$ 355 milhões foi assinado com a Sierra Nevada Corp., parceira da brasileira Embraer, para o fornecimento de 20 aviões turbohélice A-29 Super Tucano à Força Aérea do Afeganistão
Por Agência Estado
31 de Dezembro de 2011 às 09:31 Agência Estado

A Força Aérea dos Estados Unidos anunciou que assinou um contrato de US$ 355 milhões com a Sierra Nevada Corp., parceira da brasileira Embraer, para o fornecimento de 20 aviões turbohélice A-29 Super Tucano à Força Aérea do Afeganistão, para treinamento e ataque ao solo. A outra opção para a Força Aérea norte-americana era o AT-6, produzido pela Hawker Beechcraft, que é um derivado de uma aeronave de treinamento atualmente usada pelos EUA.
Depois de a Força Aérea norte-americana anunciar que o AT-6 estava fora da disputa, a Hawker Beechcraft entrou com uma reclamação junto ao Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA (GAO), mas esse órgão descartou a demanda. Em seguida, a Hawker entrou com um processo num tribunal federal, na tentativa de anular a decisão em favor do consórcio Sierra Nevada/Embraer. Em comunicado divulgado ontem, a Hawker Beechcraft disse que vai continuar a contestar a decisão.
"Isso é mais um exemplo da falta de transparência da Força Aérea ao longo dessa concorrência. Com esse acontecimento, agora parece ainda mais claro que a Força Aérea pretendia dar o contrato à Embraer desde o começo desse processo", diz o comunicado, assinado pelo CEO da Hawker, Bill Boisture.
Um porta-voz da Força Aérea dos EUA, tenente-coronel Wesley Miller, reagiu afirmando que a concorrência "foi conduzida de acordo com todas as leis e regulamentações aplicáveis" e que a avaliação dos aviões que disputavam a licitação "foi justa, aberta e transparente". Segundo comunicado da Embraer e da Sierra Nevada, os aviões serão produzidos na fábrica da Embraer em Jacksonville (Flórida), "por trabalhadores americanos, com peças de companhias americanas".

José Serra deseja "felis 2012" para seus seguidores no Twitter

O ano não poderia acabar sem uma última pérola. Carente de uma gramática, o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), mostrou todo seu conhecimento ortográfico e desejou um “felis 2012” aos tuiteiros, assim mesmo, com um “s” no final da palavra “feliz”. Clique na  imagem para ver a mensagem no  Twitter do Serra

E como na internet nada passa despercebido, a burrice do tucano rendeu um lugar entre os assuntos mais comentados do Twitter. O termo “felis 2012” foi o terceiro mais comentado na rede social no início de noite desta sexta-feira (30).

Para tentar justificar o erro, Serra colocou a culpa no Ipad. Só que a emenda ficou pior que o soneto, e a desculpa virou motivo de galhofa entre os internautas. “Escrever Felis 2012 e colocar a culpa no iPad é o mesmo que um goleiro tomar gol e colocar a culpa no atacante”, comentou um tuiteiro.

É, José Serra!, não está fácil para ninguém.Esse método aplicado por você em São Paulo, o sistema de progressão continuada da rede estadual de ensino, que não deixa  alunos  ser reprovados,dá nisso. mas um “felis 2012” pra você também. Que o ano seja repleto de saúde e paz para os “brazileiros”. E pode deixar que todo mundo já sabe que você quer umas lições de português no próximo Natal.

Serra também não sabe matemática...Relembre outro mico de Serra

Do Blog da Helena™

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A lista dos acusados de tortura no regime militar

Dos papéis de Luiz Carlos Prestes consta um relatório do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil, de 1976. O documento traz uma lista de 233 torturadores feita por presos políticos em 1975

Alice Melo e Vivi Fernandes de Lima na Revista de História
O acervo pessoal de Luiz Carlos Prestes, que será doado por sua viúva, Maria Prestes, ao Arquivo Nacional, traz entre  cartas trocadas com os filhos e a esposa, fotografias e documentos que mostram diferentes momentos da história política do Brasil. Entre eles, o “Relatório da IV Reunião Anual do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil”, datado de fevereiro de 1976.
 
Neste período Prestes vivia exilado na União Soviética e, como o documento não revela quem são os membros deste Comitê, não se pode afirmar que o líder comunista tenha participado da elaboração do relatório. De qualquer forma, é curioso encontrá-lo entre seus papéis pessoais.
 
O documento é dividido em seis capítulos, entre eles estão “Mais desaparecidos”, “Novamente a farsa dos suicídios”, “O braço clandestino da repressão” e “Identificação dos torturadores”, que traz uma lista de 233 militares e policiais acusados de cometer tortura durante a ditadura militar. Esta lista foi elaborada em 1975, por 35 presos políticos que cumpriam pena no Presídio da Justiça Militar Federal. Na ocasião, o documento foi enviado ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Caio Mário da Silva Pereira, mas só foi noticiado pela primeira vez em junho de 1978, no semanário alternativo “Em Tempo”. Segundo o periódico, “na época em que foi escrito, o documento não teve grandes repercussões, apenas alguns jornais resumiram a descrição dos métodos de tortura”. O Major de Infantaria do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra é o primeiro da lista de torturadores, segundo o relatório. A Revista de História tentou ouvi-lo, mas segundo sua esposa, Joseita Ustra, ele foi orientado pelo advogado a não dar entrevista. “Tudo que ele tinha pra dizer está no livro dele”, diz ela, referindo-se à publicação “A verdade sufocada: a história que a esquerda não quer que o Brasil conheça” (Editora Ser, 2010).
 
A repercussão da lista em 1978
 
A Revista de Históriaconversou com um jornalista que integrava a equipe do “Em Tempo”.  Segundo a fonte – que prefere não ser identificada – a redação tinha um documento datilografado por presos políticos. Era uma “xerox” muito ruim do texto, reproduzido em uma página A4. Buscando obter mais informações sobre o documento, os jornalistas chegaram ao livro “Presos políticos brasileiros: acerca da repressão fascista no Brasil” (Edições Maria Da Fonte, 1976, Portugal). Depois desta lista, o “Em Tempo” publicou mais duas relações de militares acusados de cometerem tortura.
 
Na época, a tiragem do semanário era de 20 mil exemplares, rapidamente esgotada nas bancas, batendo o recorde do jornal.
LEIA MAIS>>> e veja a Lista de Prestes

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Veronica Serra: explicações que não explicam

Do Blog Tijolaço, Postado por Fernando Brito
Criada 20 dias antes por um escritório de advocacia, a Decidir.Com foi assumida por Veronica Serra: "Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão." E deu zero de lucro?
A filha do senhor José Serra divulgou, 20 dias depois do lançamento de “A Privataria Tucana”, uma nota onde, mesmo não anunciando que vá processar Amaury Ribeiro Jr, diz-se vítima de “insinuações e acusações totalmente falsas”  e apresenta uma série de uma “explicações”.
Vários blogs já apontaram que não é verdadeira a afirmação de Verônica Serra ao dizer que “nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal; fui, isto sim, vítima dos crimes de pessoas hoje indiciadas”, porque  está, sim, indiciada pelo caso da quebra de sigilo bancário praticada pela sua empresa Decidir.com, da qual era vice-presidente. Nesta ação, são réus o jornalista da Folha que publicou os dados e James Rubio Jr. , presidente da Decidir.com. O processo (0000370-36.2003.4.03.6181) está em curso na 3ª Vara Criminal Federal.
D. Verônica, claro, como toda pessoa, conta a seu favor com a presunção da inocência.
Mas comparemos o que ela diz aos fatos. Primeiro, a dama:
2. No período entre setembro de 1998 e março de 2001, trabalhei em um fundo chamado IRR (International Real Returns) e atuava como sua representante no Brasil. Minha atuação no IRR restringia-se à de representante do Fundo em seus investimentos. Em nenhum momento fui sua sócia ou acionista. Há provas.
3. Esse fundo, de forma absolutamente regular e dentro de seu escopo de atuação, realizou um investimento na empresa de tecnologia Decidir. Como consequência desse investimento, o IRR passou a deter uma participação minoritária na empresa.
4. A Decidir era uma empresa “ponto.com”, provedora de três serviços: (I) checagem de crédito; (II) verificação de identidade e (III) processamento de assinaturas eletrônicas. A empresa foi fundada na Argentina, tinha sede em Buenos Aires, onde, aliás, se encontrava sua área de desenvolvimento e tecnologia. No fim da década de 90, passou a operar no Brasil, no Chile e no México, criando também uma subsidiária em Miami, com a intenção de operar no mercado norte-americano.
5. Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão. Ao contrário do que afirmam detratores levianos, sem provar nada, a Decidir não era uma empresa de fachada para operar negócios escusos. Todas e quaisquer transações relacionadas aos aportes de investimento eram registradas nos órgãos competentes.
Bem, por partes:
Primeiro, a International Real Returns não era uma empresa registrada no Brasil. Embora tenha sido apresentada, em 2001, na reportagem sobre seu casamento publicada pela Istoé como “sócia-presidente dos investimentos latino-americanos da International Real Returns (IRR), empresa de administração de ativos com US$ 600 milhões de capital europeu” a empresa não aparece como cotista de nenhuma outra nos arquivos da Junta Comercial de São Paulo.
A Decidir.Com brasileira não existia. Foi criada um mês antes da chegada de Verônica Serra  pelo advogado José Camargo Óbice, em seu escritório da Rua da Consolação e com capital de apenas R$100 e o nome de Belleville Participações S/A. Vinte dias depois é que virou Decidir Brasil S/A e, em mais 40 dias, elevou seu capital para R$ 5 milhões, ou  R$ 13 milhões, hoje, com a correção do IGP-M.
“Era uma empresa real, com funcionários, faturamento, clientes e potencial de expansão”, afirma D. Verônica. Deve ser mesmo, porque logo depois de sua saída, em março do ano seguinte, dobrou o seu capital social, embora o lucro no ano anterior, 2000, tenha sido zero, conforme está registrado no Diário Oficial, na ata da assembleia realizada em julho que aprovaa não distribuição de dividendos obrigatórios aos acionistas referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2000, tendo-se em vista a inexistência de lucros apurados no período, conforme as demonstrações financeiras da Sociedade”.
A CPI vai ajudar D. Veronica a mostrar como tudo é um negócio simples, claro, onde o dinheiro não aparece do nada e desaparece para o nada.

Biondi: O papel fundamental da mídia no pré-privataria

por Luiz Carlos Azenha
Para entender os crimes já desvendados cometidos durante a privatização no Brasil — sem contar os que ainda serão desvendados, durante a CPI das Propinas da Privataria Tucana, ou CPI das PPT — é importante ler o combo.
O combo:

O livro seminal de Aloysio Biondi já é difundido em PDF, pela Fundação Perseu Abramo.  Tem o volume dois, aqui.
Vamos reproduzir a íntegra, para permitir comentários dos internautas.
Na segunda parte, Biondi cita pela primeira vez, sem entrar em detalhes, o papel fundamental que a mídia desempenhou em “preparar” a opinião pública para a privataria.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Veronica Allende Serra em resposta ao Privataria Tucana

Clique AQUI para baixar o livro em PDF
“Nunca fui ré em processo nem indiciada pela Polícia Federal” – Veronica Allende Serra em resposta ao Privataria Tucana Leia na integra aqui>>>

2003.61.81.000370-5. Este é o número do processo judicial, que corre em segredo de Justiça, contra Veronica Allende Serra. Ela está INDICIADA.

1 – É só pegar o número do processo 2003.61.81.000370-5 e procurar no site da Justiça Federal de São Paulo http://www.jfsp.jus.br/foruns-federais
2 – Depois é só ir no final da página e clicar em TODAS AS PARTES.
Está lá: INDICIADO: VERONICA ALLENDE SERRA
O nome dela é o último da lista.
PROCESSO: 0000370-36.2003.4.03.6181
NUM.ANTIGA: 2003.61.81.000370-5
DATA PROTOCOLO: 20/01/2003
CLASSE:240 . ACAO PENAL
ASSUNTO: CRIME DE QUEBRA DE SIGILO FINANCEIRO (ART.10 DA LC 105/01) – CRIMES PREVISTOS NA LEGISLACAO EXTRAVAGANTE – PENAL
SECRETARIA: 3a Vara / SP – Capital-Criminal
SITUAÇÃO: NORMAL
TIPO DISTRIBUIÇÃO: DISTR. AUTOMATICA em 20/01/2003
VOLUME(S) : 2
LOCALIZAÇÃO: S.3 em 07/06/2011
AUTOR: JUSTICA PUBLICA
ADV.: Proc. RITA DE FATIMA FONSECA
ACUSADO: WLADIMIR GANZELEVITCH GRAMADO
INDICIADO: VERONICA ALLENDE SERRA
Wladimir Ganzelevitch é o jornalista que usou os dados da empresa de Verônica Serra (decidir.com), para publicar matéria no jornal Folha de São Paulo sobre cheques sem fundo de deputados.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Serra, Aécio e a guerra da imprensa, desde sempre.

Do blog de Luis Nassif:
Por trás da guerra entre tucanos mineiros (aecistas) e paulistas (serristas), havia também entre 2009 e 2010 uma luta entre jornais engajados.

O Estado de São Paulo e a Folha de S. Paulo não economizaram esforços para detonar toda e qualquer possibilidade de o então governador mineiro, Aécio Neves, ser o candidato tucano à Presidência.

Fato consumado, Aécio fora, o jornal mineiro não silenciou, quando a imprensa paulista, depois dos ataques ao correligionário, encabeçou campanha para tornar o ex-governador de Minas, meio à força, o vice da chapa.
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