quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Gravações na Bahia provam: são insurretos

Redação Conversa Afiada

Justiça autorizou as gravações. O STJ concordará ?


O jornal nacional teve acesso a gravações que demonstram o carater insurrecional de uma parte dos PMs da Bahia.

Comprovou a articulação para levar o motim ao Rio e a São Paulo.

(Caos que a Folha tentou insuflar, desde a manhã desta quarta-feira, como se só ela soubesse)

Cabe relevar a posição serena do Governador Jacques Wagner, da Bahia.

Para evitar um Carandiru, uma Cracolândia ou um Pinheirinho (a Nova Canudos do general Arthur Alckmin Oscar), eventos registrados na Paulicéia Desvairada, Wagner mantém a cabeça fria.

Para esgotar os limites da negociação.

E vencer os insurretos com as armas do Interresse Público.

Nem todos PMs da Bahia são insurretos.

Nem todos são baderneiros.

A Bahia – e, portanto, seu maravilhoso Carnaval – serão preservados.

E os insurretos irão em devidamente em cana.

Os outros, com bom senso, receberão aumento.

As gravações do jn retiraram qualquer traço de legitimidade ao motim.

Clique aqui para ler o que o Santayana falou sobre o motim de PMs na Bahia.

Em tempo: no G1, numa desastrada tentativa de aliviar a formidável derrota que sofreu no STF,  com a consagração do CNJ, o ministro (?) Marco Aurelio (Collor de ) Melo sentenciou que a greve na Bahia é ilegal. É um jenio. Ninguém tinha percebido isso, antes. E que a questão – greve de policial militar – certamente iria ao Supremo, que consideraria a greve inconstitucional. Como se sabe, o Ministro (?) (Collor de) Melo não entende muito de Constituição. Em mais de 70% das questões constitucionais que teve de votar, ele perdeu. Ou seja, o Ministro é bom mesmo de aparecer no PiG (*). Não perde uma chance. O Ministro (?) (Collor de) Melo tem outra interessante caracteristica: ele antecipa os votos dos outros ministros do STF. Será que ele tem procuração da Ministra Weber ?

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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